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A poupança do Sr. Miguel

  • Foto do escritor: Ines Goes
    Ines Goes
  • há 5 dias
  • 2 min de leitura

Vê-se que o Sr. Miguel sempre foi assim: trabalhador, dedicado e muito orientado para a família. Gosta de poupar (não por obsessão, mas porque sabe que quanto melhor gerir o seu dinheiro, mais consegue dar à sua esposa e filhos).


Já não é novo e já só faltavam 10 anos para terminar de pagar o empréstimo da casa... Mas ainda assim resolveu rever o seu Seguro de Vida Habitação, porque já se tinha tornado uma fatia pesada da sua prestação mensal.


Quando analisámos o caso com calma, a pergunta foi simples: é possível pagar menos sem colocar a proteção da família em risco?


A resposta foi: Sim! É possível ter melhor e pagar muito menos!


Feitas algumas simulações, analisámos juntos as opções de mercado. Veja bem o que conseguimos encontrar juntos:


  • Uma poupança de quase 60% só por trocar o seguro de vida habitação

    O seguro no banco custava cerca de 290€ por mês.

    O novo seguro passou a custar 117€ por mês.

    Isto representa uma poupança mensal de 173€, o que dá uma poupança de 2.076€ logo no primeiro ano. Imagine o impacto disto ao longo dos 10 anos que ainda faltam para terminar o crédito!


  • O spread não aumentou com esta alteração (na maioria dos casos não aumenta)


  • O seguro do banco apenas tinha a cobertura de Morte e IAD e agora passou a ter a cobertura de ITP60% (ler artigo IAD ou ITP?)


  • Aproveitando ainda uma campanha de descontos em vigor na seguradora — em que a contratação de um segundo seguro dava 5% de desconto aplicado a ambos — foi possível fazer um Seguro de Acidentes Pessoais com capital de 50.000€ sem que o Sr. Miguel tivesse de pagar mais por isso. O desconto aplicado aos dois seguros paga integralmente o seguro de acidentes pessoais… e ainda sobra. Na prática, isto significa que, se o Sr. Miguel morrer por acidente, a família recebe 50.000€. Mas não só. Este seguro prevê também pagamentos em caso de invalidez, hospitalização, fraturas e reembolsos de despesas relacionadas com acidentes.


Conclusão


Este caso mostra bem uma coisa: rever um seguro de vida habitação não é apenas uma questão de preço. É uma questão de equilíbrio entre custo, proteção e um bom acompanhamento.


O Sr. Miguel passou a pagar menos todos os meses, reforçou a proteção da família e ganhou confiança naquilo que está a pagar.


Quando o seguro é bem analisado e ajustado à realidade de cada pessoa, é possível poupar de forma significativa sem abdicar da proteção que realmente importa.


É assim que os seguros fazem sentido.

 



A poupança do Sr. Miguel

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